Acreditar que o sol sempre surgirá independentemente do que aconteça é uma calma para os corações em disparato, ver que o brilho do sol aparece na lua, a noite, acalma qualquer pressa... pegar o violão e compor qualquer canção simples com três acordes, sentado em qualquer lugar, olhando pra o céu aberto acima de sua cabeça, com uma lua linda a brilhar e estrelas ao redor dando o contraste ao céu negro... isso me faz brotar um sorriso bobo, quase infantil...
Nesse mesmo compasso ritmado pelo metrônomo da ‘maestra’ vida eu olho para mim mesmo na esperança de abrir-me cada vez mais, pego o ‘estililingue’ do meu amigo Pedro e expulso qualquer pontinho escuro que ainda insiste em me amedrontar vez por outra. O medo traz cautela, cautela é cuidado. Porém, nenhum medo me faz covarde, tenho forças suficiente pra compor e escrever, mesmo assim...
Estou cuidando dos meu joelhos, diminuindo os impactos sobre eles, tornando-os, assim, mais leve... tratando da minha gastrite, já que meu coração bate no estômago... aprendendo novas coisas, novos sons, novos desafios, pintando uma moldura simples daquilo que sou eu. Não tenho borrachas, o máximo que posso fazer é dar novas páginas, algumas pra passar a limpo e outras para serem escritas novas poesias e composições... alguns fones de ouvidos também, pra que eu possa ouvir tudo aquilo que já fiz e já compus...
(e, sempre usando filtro solar)

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