Não sou muito de olhar pra trás, sou de olhar pra dentro, ver o que ta faltando e seguir com o que tenho... sou de lamentar o que já perdi, mas prefiro celebrar o que eu tenho agora, gosto de ser e dar o melhor pra mim e pra quem passa pela minha vida... Prefiro acreditar que as pessoas também fazem o mesmo, isso torna as coisas mais simples.
Às vezes, na pressa da cegueira humana que vivemos, nós não conseguimos entender o ‘porque das coisas’, somos tapados o suficiente pra duvidarmos e questionarmos a inexorável perfeição da natureza, simplesmente por não ter acontecido como nós queríamos.
Alguém bem experiente que eu me ensinou a olhar pra trás por outro ângulo, me fez parar das minhas pressas diárias e falou com toda sua experiência: “Dá uma olhada pra trás agora, vê o que passou, o que ficou, o que não veio e o que pode vir... agora reflita, se hoje, faz sentido ou não, se, se encaixa ou não?!” ...
E é impressionante que, quando se tenta enxergar as coisas como uma lição, uma experiência, você aprende a encontrar noção, sentido e até aquele ‘porque das coisas’ que antes não conseguia encontrar e aí percebe que o tempo põe tudo em seu lugar, mas o que cura tudo mesmo é o amor... amor por si mesmo, por quem te rodeia, amor por seu projetos, ideais... e assim o sentido das coisas que acontecem as vezes ‘sei lá porque’ parecem se encaixar no quebra-cabeça.

Nenhum comentário:
Postar um comentário