E lá se foram os pierrôs e as colombinas, as escolas de samba, os bonecos de Olinda, e todo nosso carnaval. Nas batistas hipnóticas do samba, do frevo, do axé, da ‘suingueira’; nos blocos lotados de gente e naqueles do ‘eu sozinho’, nas multidões e nas solidões; nas comissões de frente a na apoteose; nos sorrisos de quem festejou e nas lágrimas de quem chorou na avenida, o carnaval dá adeus, e a Deus segue minhas preces de que o ‘ano que começa’, enfim, comece... preces de que os sonhos se tornem verdades, que criem asas e voem da minha cabeça.
As energias gastas nos dias de folia devem ser repostas pra nossa folia diária, ainda há blocos pra seguir, ritmos a serem dançados e ‘abadás’ a serem vestidos. Agora mais do que nunca é hora de levantar, sacudir a poeira e ‘cair pra dentro’, meter a cara e encarar, montar o enredo do ano e seguir a diante cantando a beleza de ser um eterno aprendiz... de ter o prazer de ser e estar, de ir e vir, dos encontros e desencontros.
Mas por hoje é só, agora eu preciso descansar, colocar as pernas pra o ar, que ainda vem muito que andar por aí.
As energias gastas nos dias de folia devem ser repostas pra nossa folia diária, ainda há blocos pra seguir, ritmos a serem dançados e ‘abadás’ a serem vestidos. Agora mais do que nunca é hora de levantar, sacudir a poeira e ‘cair pra dentro’, meter a cara e encarar, montar o enredo do ano e seguir a diante cantando a beleza de ser um eterno aprendiz... de ter o prazer de ser e estar, de ir e vir, dos encontros e desencontros.
Mas por hoje é só, agora eu preciso descansar, colocar as pernas pra o ar, que ainda vem muito que andar por aí.

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