Eu queria dizer um monte de coisa aqui, um monte de coisa... Mas tem um monte de coisa que trava minhas palavras... e fica quase impossível a expressão verbal, então transfiguro-me pra expressão visual, faço linguagens visuais, libras, até sinais de fumaça.
Apelo ao bom-senso, se ele é mesmo bom, tudo fluirá... Melhor ter indigestões com um monte de palavras que engulo sem mastigá-las, do que soltá-las ao vento, sem destino, ao relento, sem caminho.
Apelo ao bom-senso, se ele é mesmo bom, tudo fluirá... Melhor ter indigestões com um monte de palavras que engulo sem mastigá-las, do que soltá-las ao vento, sem destino, ao relento, sem caminho.
E sobre o “amanhã” e seus desígnios... prefiro calar novamente, melhor assim, pois o que virá será bem-vindo, bem-quisto. Na tentativa de mais um drible “alá Neymar”, com rapidez tento ir pra frente, conduzindo aquilo que sou eu, laborando naquilo que seria o melhor de mim.
É pouco por hoje, por que percebi que o muito é ilusório... e isso é apenas um sopro de notas ainda não musicadas.
É pouco por hoje, por que percebi que o muito é ilusório... e isso é apenas um sopro de notas ainda não musicadas.

O monte de coisa boa precisam sobressair o monte de coisa má, "compilando" o hoje e “zipando” o ontem, na certeza de “reiniciar” amanhã com o "processador" em pleno vapor, captando o máximo de "impressões" sadias, vencendo barreiras, evoluindo como herói do cotidiano, que sei que você é.
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