Por enquanto, bem clichê mesmo, falo da forte chuva, da luz que pode faltar, do frio que pode causar, do violão desafinado, dos acordes subtonados, da voz semi-rouca e do cabelo espetado... falo dos telefonemas, dos “Déjà vu”, do “se fosse assim” .. “se fosse assado”...
Por enquanto eu falo do óbvio, falo do lógico, sem que precise de explicação... por enquanto eu prefiro não falar do que me incomoda... por enquanto línguas de lua surgem entre as pesadas nuvens de inverno.
Mas, enquanto meu sorriso brotar, mesmo alheio ao temporal, a dureza das coisas se tornam leves... Mas, por enquanto... por enquanto eu estou indo de volta pra casa.

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