Muito embora os “entretantos” da vida tenham me posto entre vírgulas, não me sinto em pausa, no máximo um apôsto, sim, por que está entre vírgulas pode ser apôsto... (já dizia o F. Anitelli), ele dissera mais, e eu, assim como ele, aposto o oposto... eu aposto na continuação, nas páginas seguintes, aposto que os pontos nunca são finais, eles são sempre continuados; na outra linha; ou na outra página... com novos contos, com novos cantos. Os pontos sempre permitem que novas histórias sejam contadas, portanto, façamos com que ele seja sempre continuado.
Enquanto escrevo as exceções das certezas, minimizo os erros gramaticais, trilho um caminho menos formal que, assim como a música, não deve nada a “mágramática”... É essa má “mágramática” que costumamos ler nas pessoas, pelo fato não seguirem a regra, que, diga-se de passagem, é imposta por nós mesmos... e quase tudo que é imposto, geralmente vem do imperativo, com seus travessões, exclamações... confusões...
Afinal de contas: “... errado é aquele que fala correto e não vive o que diz...”
P.S: O acento circunflexo no “apôsto” não existe, eu coloquei-o apenas pra diferenciá-lo de “apósto” já que nossa “má-gra-mática” permite que palavras iguais tenham sons diferentes,
Obrigado. (no sentido de “gratidão” e não de “obrigação”. rsrs)

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