Nem Jogral, nem menestrel, nem trovador... me sinto um vira-lata da poesia e um amante, por amor...
Sinto-me um “vasculhador” de tudo que é interessante, tento buscar a essência das coisas, sem que, com isso, eu perca os detalhes. Sem platéias ou seguidores, continuo lendo e ouvindo tudo que gosto, tudo que acho interessante e inovador... não ouso tentar mudar as pessoas, e se continuo sendo e fazendo o que faço é pra evitar que as pessoas me mudem.
Busco sempre completar-me, preenchendo lacunas que ora sinto vazias. Por vezes com palavras, por vezes com músicas, outras tantas com poesias... considero justa toda a forma de expressão, pois no mínimo de espaço que a vida me dá, eu utilizo muito bem, gosto de otimizar aquilo que tenho: sendo, fazendo e querendo o melhor; é dessa forma que me expresso, todo mundo tem seu jeito, certo ou errado, todo mundo tem.
E sem obrigações nenhuma com a métrica ou a ética, vou versificando minha vida, vou cantando minha história, vou escrevendo os meus passos, sejam eles largos, curtos, circulares. Uso a educação a meu favor, o respeito a meu dispor, a verdade sempre ao meu lado.

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