Sou um solitário de profissão, sei fazer isso com maestria de um “melhor do melhor do mundo” ... não que eu ache que o vencedor esteja só, como diria o Paulo Coelho... mas, com certeza, mal acompanhado é que ele não esta. E por falar em vitória, além de morar na rua dela, percebi que o maior vencedor desse mundo perdeu... que cara estranho, que coisa estranha.
Mas, enquanto alguns Augustos vendem sonhos, quero não ter que pagar pelos meus... que de tão simples, beiram a infantilidade; de tão bipolares, beiram a insanidade. Também gostaria de saber se dá pra sonhar com o que é impossível saber, como questionara o Amarante...
Mas não é sobre vitórias e derrotas que eu vim falar, nem sobre solidão, até porque isso não é problema pra mim, embora acredite que têm muita gente sozinho a dois, a três, em multidões... e eu me sinto acompanhado sozinho, me sentindo mais íntegro, mais maduro, mais esperto, menos cobrado, menos observado; com meu gosto pra lá de duvidoso tenho certeza que sou pra poucos e maus... até porque eu nunca fui perfeito pra fazer discursos longos... O Cazuza sim, eu não.
P.s.: Bem vindo Setembro.

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