Quisera eu, fazer um simples soneto de catorze versos, sejam eles petrarquianos, shakespeariano ou monostrófico. Poderia até ser parecido com os do Vinícius de Moraes sobre fidelidade, do amor total e etc.; e bem mais simples do que os do Augusto dos Anjos ou Camões.
Queria, na verdade, poder rimar meu cotidiano de forma poética, mas não bucólica, de forma romântica, mas não melosa, de forma rotineira, mas não vilipendiada, sem me preocupar muito com métrica, nem os decassílabos.
Mas, por enquanto eu vou recortando as palavras com um ar de louco, pois sei que disso tenho um pouco, pra que elas possam fazer sentido ou pra que eu possa criar um sentido novo pra elas. Por que, quem sabe, no final mesmo que não consiga fazer um soneto, ao menos um cordel, encantado ou não... eu farei.

e não há texto, soneto, poesia ou frase alguma que você não faça bem! =)
ResponderExcluirConcordo!
ResponderExcluirLindas palavras.
=D
Estamos no mesmo barco : eu arrisco umas rimas mas gosto mesmo é de comer as palavras pelas beiradas.
ResponderExcluir;)
Um beijo.