E quando não dá certo, quem é o primeiro a levantar a mão e assumir a culpa?! Aliás, quem é que paga a conta das culpas?! Seria, o erro, um motivo de dívida ou de pagamento...? seria a falha, motivo de fraqueza ou força? E o prejulgamento dos atos falhos, são criticados por quem faz melhor ou por apenas estúpidos de plantão?!
A vida é escrever sem borracha, é pintar sem corretivos, é solar sem metrônomo, é não fugir do tempo e não precisar de fermatas pra fazer o tempo obedecer...
Já dizia o Nando Reis: “A vida não precisa de juízes, a questão é sermos razoáveis” ... então permitam-se errar, permitam-se arrepender-se, pois quem não se arrepende sempre erra de propósito, acerta as vezes sem querer e vive sem prazer; quem não se arrepende não sabe o que é fazer melhor da próxima vez, não sabe o que é errar, não sabe o que é levantar a mão pra falar de si, sem subterfúgios... quem não se arrepende não sabe pagar as contas dos erros.

Há tempos em que é preciso mesmo arriscar.. Mesmo que vinha a ser um erro, não saberiamos acertar se não os houvessem.
ResponderExcluirTão lindo o texto, como todos os outros :}