Não há quem pague ou se comprometa, não há quem queria e deixe de querer; não há, nem se quer, aquele que levante a voz e a mande sentar; não há sal, nem solução; não há afeto, nem afeição.
O que há?! - Apenas um emaranhado enorme de pensamentos tortos, de caminhos incertos, há o certo também, mas esses são previsíveis demais; há a certeza da dúvida; há, novamente, desafios, e com ele o medo, não maior que a vontade, nem a curiosidade.
Quer saber?! – Deixa pra lá o que não interessa, pois não temos pressa, talvez se nos déssemos conta e pudéssemos pensar, saberíamos diferenciar os grandes dos pequenos, os vitoriosos e os virtuosos. Contaríamos mais que o que há, do que com que não há.
Preferiríamos mais aqueles que são gigantes de coração, brincaríamos nos campos das nossas ideias, voaríamos livres nos nossos sonhos... até que eles parecessem verdades... nossas verdades, e assim, pintaríamos nosso caminho.

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