Com a ajuda da parcimônia, ele viu na ciência um conceito bastante interessante, de uma explicação simples passa-se a ser uma observação. Limitou-se a observar – principalmente seus atos – e fez relatórios extravagantes, cheios de exageros e muitos detalhes... torceu os lábios, leu mais uma vez sobre a parcimônia... Jogou papeis, conceitos, pensamentos e preocupações no lixo e repetiu pra si: “Menos é melhor”. Sorriu feito um bobo, tentou fazer uma canção, ficou sentado sozinho, dessa vez desacompanhado de pesos desnecessários, teve uma crise de riso, bebeu algumas doses de uísque, pensou em ler Hermann Hesse, mas acabou dormindo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário