Se o amor for mesmo filme, e nós
somos mesmos os protagonistas de nossos próprios longas e curtas:
Quem é que dirige o filme? Quem é o diretor? E
o pior, quem assiste? Quem faz a crítica?
Quem homenageia as boas histórias?
Quem critica os maus atores? E a figuração, ela participada filme?
E quanto aos eventos exógenos ao
modelo proposto? Quanto aos imprevistos nos dias de gravação?
E quando a fita quebra? E quando a
câmera falha? E quando os atores não decoram seus textos?
Qual seria o tema do filme? Qual o
gênero? E quanto à censura? E quanto a lisura?
Filmes têm fim; atores mudam de
papel; roteiros mudam com o tempo; o tempo muda o roteiro; a interpretação, a
sessão.
Os rolos e rolos de imagens sequenciais
ora são apresentações excitantes na grande tela do nosso mundo, ora são apenas
memórias bucólicas de uma eternidade disfarçada em momentos, ou, momentos
disfarçados em eternidades. Posto que é: drama, aventura,
mentira, comédia romântica
Mas... se os pagantes exigirem bis?

O filme é o mesmo, só o elenco que tem que mudar ♪
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