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Como diria Os Novos Baianos "Vou mostrando como sou e vou sendo como posso". Não sou blogueiro e nem me identifico com o termo "escritor", apenas uso esse espaço pra depositar meus pensamentos em forma de palavras. Paraíbano e riotintense com orgulho.
"Se lembrar de celebrar muito mais..."
(Fernando Anitelli)

sábado, 5 de maio de 2012

“Da felicidade, da dúvida, dor de barriga...”




Se o amor for mesmo filme, e nós somos mesmos os protagonistas de nossos próprios longas e curtas:
 Quem é que dirige o filme? Quem é o diretor? E o pior, quem assiste? Quem faz a crítica?
Quem homenageia as boas histórias? Quem critica os maus atores? E a figuração, ela participada filme?
E quanto aos eventos exógenos ao modelo proposto? Quanto aos imprevistos nos dias de gravação?
E quando a fita quebra? E quando a câmera falha? E quando os atores não decoram seus textos?
Qual seria o tema do filme? Qual o gênero? E quanto à censura? E quanto a lisura?

Filmes têm fim; atores mudam de papel; roteiros mudam com o tempo; o tempo muda o roteiro; a interpretação, a sessão.
Os rolos e rolos de imagens sequenciais ora são apresentações excitantes na grande tela do nosso mundo, ora são apenas memórias bucólicas de uma eternidade disfarçada em momentos, ou, momentos disfarçados em eternidades. Posto que é: drama, aventura, mentira, comédia romântica



Mas... se os pagantes exigirem bis?

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