A
mais perfeita liberdade se encontra no pensamento livre, nos vôos imaginários, saciando-se
sobre a sede do saber, deleitando-se sobre os mistérios mais profundos, sobre
os paradigmas mais difusos.
A
imaginação e a história, por si só, andam sempre abraçadas a fim de perpetuar
algo aceito de bom grado. A curiosidade, ao longo dos séculos não tem matado
apenas os ‘gatos’ (como diz o dito popular), mas também a ignorância de muitos
que se propõe a lapidar-se, se encontrando em meio as suas verdades, passando
do estagio de estagnação à um estágio de questionamentos. Pois esse sim, gera o
saber, pois são as dúvidas que movimentam o mundo, não as repostas.
E,
como diria o poeta: “do muito que lemos, do pouco que sabemos”, nada mais justo
que procurarmos respostas empíricas e históricas do passado, baseadas em fatos,
pra que entendamos o hoje e o futuro... Bebendo cada vez mais desse cálice,
encontraremos a luz.
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