Por
maior que seja minha displicência, não credito ao acaso os erros ou momentos
que passaram despercebidos, nem os que possivelmente virão. Não vivo com um
roteiro debaixo do braço, não ensaio na frente do espelho o que devo fazer na
próxima "cena"... Sou fraco, medroso, feio, chato, grosso... Mas sou humano,
tenho um coração que pulsa de forma vociferada aos eufemismos que ora vejo e
leio, tenho um cérebro que processa de forma bipolar as informações turvas.
Sou
uma obra, vivo em construção... Por isso, perdoem-me os transtornos e infortúnios,
estou em busca de uma melhora na estrutura para poder melhor ser, para poder
melhor servir.
Agradece
à direção.

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