(imagem via net)
Não
é de hoje, e isso é bem verdade, sempre procuramos ou esperamos, no mínimo, que
os dias que sucedem ao anterior, sejam sempre melhores... Mais doce, mais vivo,
mais nossa cara. Sei lá, repetimos isso dia após dia, como um mantra sagrado
que expeli os dias ruins da outrora.
O
pior é que nós, somos nossos próprios inimigos, olhamos no espelho com vaidade
ou pena, somos os melhores para os outros e os piores pra nós mesmos...
Ansiamos atitudes e aguardamos novidades – boas, diga-se de passagem –
Analisamos os outros e as situações alheias, mas nos vemos num mar revolto,
cheio de dúvidas e limitações... percebemos com perspicácia e altivez as
divindades alheias, mas só encontramos “diabinhos ruins em nós”, muitas vezes
somos incapazes de perceber que cada um é de si mesmo, e que cada um é do hoje –
não do ontem, nem do amanhã... Costumamos cometer o erro de ser do outro, de
ser do ontem, de querer ser do amanhã.
Ah,
se soubéssemos como é esta vida... Ouviríamos mais, falaríamos menos, refletiríamos
muito mais... e sobretudo, nos perdoaríamos
mais!
...
Que
os dias melhores sempre cheguem e, nos façam melhor.

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