Eu já fui mais leve, é bem verdade, já cantei como se ninguém tivesse olhando, dancei sem me preocupar com a métrica... Sei lá, parece que algumas coisas pesam, preocupam. E, mesmo não nos derrubando, nos costura certos hábitos... Mas já nem me importa, encerram-se ciclos, encerram-se antigas vontades, surgem novos hábitos, novos interesses. Não foi assim que nos ensinaram? Não é assim que deve ser?!
“A vida é mesmo assim, dia e noite, não
e sim” como diria o Lulu. Dançamos, cantamos, festejamos...
pois isso tudo sai de dentro, exala sons, pensamentos, cores. Porém, é tudo que
cala, é tudo que faz pensar, que fala alto lá dentro, e de dentro não sai...
Pelo menos não como deveria.

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