(imagem via internet)
Conversando
com alguns amigos e pude perceber coisas incríveis, na prática, Vinicius de
Moraes tinha razão quando dizia: Eu poderia
suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores,
mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos. E, de tudo que
conversamos, eu só discordo de uma coisa, de uma máxima muito utilizada: Éramos
felizes e não sabíamos. Eita frase miserável,
discordo veementemente. Discordo do começo ao fim... éramos felizes e SABÍAMOS, éramos felizes e SOMOS HOJE TAMBÉM... Se pormos na
cabeça de que éramos, e apenas éramos felizes, entramos em um ciclo
vicioso que nos remete a um estado de agonia sempre que dizemos no pretérito: “éramos
felizes, mas é que hoje tem muitas responsabilidades”.
Faço
a seguinte reflexão... Se congelarmos o dia de hoje, 12/10/2015 e daqui a 10
anos ler isso que escrevi, poderia dizer que dia 12/10/2015 éramos felizes,
pois aquele tempo “era bom demais”. Eu me recuso a admitir essa deixa, apenas
por acreditar que é bom é hoje, e que o melhor ainda estar por vir. Pois, a
vida é uma dádiva, um dom, sobretudo, um mistério. E se você tiver por perto (e
não quero dizer apenas fisicamente) pessoas que você ama de verdade... pais,
irmãos – de sangue ou não – amigos, namorad@s, espos@s, levante a mão pro céu e
diga OBRIGADO... histórias, lutas,
choros e sorrisos fazem parte do passado, mas também povoarão nosso futuro.
Avante,
não dá pra olhar pra trás apenas com saudade ou nostalgia, tem que ser com
alegria, não dá pra parar, o expresso do oriente vai levando a gente sempre pra
frente, sempre pra frente! Então o que vale mesmo é o desejo, a fé, a vontade,
a verdade e o amor... por que o que não estiver dentro nesse contexto, não vale
nem a lembrança.

Nenhum comentário:
Postar um comentário